Tenho me deparado com franqueadores cada vez mais preocupados com a proteção de suas redes. E, independentemente do porte da operação, a dor tem sido a mesma:
Como garantir que o franqueado tenha clareza sobre os riscos do negócio e saiba como mitigá-los?
Foi assim com a Dra. Carla Sarni, em 2013. E tem sido assim desde então.
Foi essa dor que nos motivou a investir no Franquia Protegida.
Quando entra em uma rede, o franqueado recebe a COF. Nela, geralmente está mencionada a necessidade de manter seguros para a unidade. Mas, na prática, surgem perguntas importantes:
Que seguros? Com quais limites? Com quais coberturas? Para quais riscos?
Na maioria das vezes, ninguém sabe responder com profundidade.
Para o franqueado, existe o desafio de compreender a matriz de riscos de uma nova atividade. Muitas vezes, ele é um empreendedor de primeira viagem. Naturalmente, busca uma solução no banco ou com o corretor que já atende o seguro do carro. Contrata uma apólice, cumpre uma exigência formal, mas nem sempre protege o negócio de forma adequada.
Para o franqueador, fica a dúvida sobre a eficácia dessa contratação: se o seguro foi contratado corretamente, se as coberturas fazem sentido, se os limites são suficientes e se há algum controle real sobre o cumprimento dessa obrigação.
Imagine ser dono de uma rede de clínicas, por exemplo, e precisar entender se o nível de proteção de cada unidade está adequado. Agora imagine ter que questionar, individualmente, cada gerente de banco ou corretor de seguros que atendeu cada franqueado.
Funciona?
Toda operação traz riscos. Alguns são isolados. Outros impactam todo o ecossistema criado pela franquia. Existem riscos de causa externa, riscos operacionais e riscos reputacionais, que podem afetar diretamente a marca.
Ainda assim, há muito desconhecimento sobre o tema. O mercado prepara muitas pessoas para vender seguros, mas nem todos os agentes se aprofundam no estudo da operação, da atividade, da rede e dos riscos específicos envolvidos.
O franqueado, muitas vezes acostumado a economizar com seguros, em um país que ainda possui uma cultura rasa de prevenção, tende a buscar preço e coberturas mínimas.
Enquanto isso, o franqueador fica com um único instrumento para garantir que sua rede e sua marca estejam devidamente protegidas: a reza.
Por aqui, na gestão do Franquia Protegida, nós também rezamos. Mas preferimos fazer a nossa parte, oferecendo serviços que o mercado comum nem sempre entrega.
Oferecemos consultoria permanente aos franqueados, canal de acolhimento para dúvidas sobre coberturas, ações ativas de comunicação para esclarecimento dos riscos inerentes à atividade, participação em eventos on-line e presenciais para aproximação e informação, desenvolvimento de propostas personalizadas para atender a rede de forma mais ampla, além de educação e prevenção por meio de conteúdos personalizados.
Com isso, o franqueado ganha tempo e evita o risco de uma contratação genérica, sem especificidade e sem aderência real à operação.
O franqueador ganha um verdadeiro Risk Manager: um braço extra na gestão, focado em mitigação de riscos, proteção da rede e preservação da marca, com conhecimento comprovado para atuar de forma preventiva.
Aceitar que cada franqueado faça suas escolhas buscando soluções de maneira indiscriminada, aleatória e sem diretrizes pode até evitar um desgaste inicial na relação. Afinal, seguros ainda são um tema sensível.
Entretanto, compreender que uma rede sustentável precisa conhecer seus riscos e ser capaz de preveni-los é um sinal de maturidade, gestão eficiente e governança.
Porque empreender já nos oferece riscos suficientes.
O papel de uma rede bem estruturada não é ignorá-los.
É protegê-la antes que eles se tornem um problema.

